Cuidador De Idosos

Envelhecer é algo que acontece a todos os seres humanos, faz parte do ciclo vital e impossível de ser ultrapassado. Aos poucos, o corpo passa por um processo disfuncional e começa a reagir lento aos reflexos que outrora eram instantâneos. A mente começa a ter falhas, podendo chegar a muitos momentos até a esquecer de sua real função; entretanto, também é no envelhecer que se descobrem muitas facetas da vida, valorizando-se a transição do tempo e o passar de muitas trajetórias vividas.

O envelhecer populacional é uma questão de saúde pública por ser um problema social do qual emergem gastos e investimentos governamentais. A frequência das doenças crônicas e a longevidade das pessoas têm causado o crescimento das taxas de idosos portadores de incapacidades.

A prevenção das doenças e agravos não transmissíveis, a assistência à saúde dos idosos dependentes e o suporte aos seus cuidadores familiares representam novos desafios para o sistema de saúde. O cuidador é a pessoa que presta cuidados à outra pessoa que esteja necessitando, por estar acamada, com limitações físicas ou mentais, com ou sem remuneração.

É fundamental para a reabilitação e para o atendimento às necessidades cotidianas do idoso fragilizado, sobretudo no seguimento das orientações para a saúde, bem-estar, segurança, conforto e, ainda, no respeito e incentivo ao estimulo, à autonomia e independência.

O cuidado prestado ao idoso exige dedicação exclusiva e quase sempre integral, que muitas vezes leva o cuidador à instalação de uma nova dinâmica de vida, baseada nas necessidades do ser cuidado.

A busca pela promoção da autonomia e independência do idoso é tarefa árdua e desgastante para os cuidadores, pois estes passam a realizar tarefas que outrora eram de cunho pessoal e desenvolvido de maneira autônoma pelo idoso.

O cuidador de idosos é aquele que convive diariamente com o idoso, prestando-lhe cuidados higiênicos, ajudando com a alimentação, administrando medicação e estimulando-o com as atividades reabilitadoras, interagindo, assim, com a equipe terapêutica.

O cuidador tem que ter equilíbrio emocional, boas condições físicas, ser responsável, ser calmo para lidar com situações de emergência, saber ouvir, saber agir e tomar resoluções rápidas, e buscar conhecimentos por meio de cursos e palestras e reconhecer seu limite, buscando ajuda sempre que necessário. Tudo isso para cumprir um papel muito importante, para não dizer quase fundamental, na vida de pessoas com deficiência, idosos, ou outras pessoas que necessitam deste tipo de serviço.

O papel deste profissional é fundamental no dia a dia dos assistidos. Ele auxilia nas atividades diárias como, banho, alimentação, passeios, locomoção, hidratação.

No entanto, é bom reforçar que o bom cuidador faz apenas aquilo que a pessoa, realmente, não tem condições de fazer sozinha. O cuidador deve estimular a independência da pessoa assistida. O cuidador deve ter o dom de entender e perceber como o assistido é, como ele se mostra, quais são seus gestos e falas, sua dor e limitações.

Nem todas as pessoas envelhecem da mesma maneira. Se alguns idosos alcançam uma idade avançada com muita saúde, bom humor e disposição, outros presenciam o avanço dos anos com muito pesar, sofrendo por conta de inúmeras doenças e limitações — o que pode refletir em seu modo de ser e de interagir com o mundo.

Assim, antes de se lançar de cabeça na profissão de cuidador de idosos, é importante ter consciência dos desafios impostos por esse trabalho. Cuidar de idosos exige dos profissionais uma série de características, capazes de melhorar significativamente a qualidade de vida do paciente e a relação entre quem cuida e quem está sendo cuidado.

 

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